Poços de Caldas, Segunda-feira, 21 de setembro de 2026
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Candidatos ao governo de MG criticam Mateus Simões na “Band”
Brasil

Debate em Minas tem críticas à segurança e às isenções fiscais do Estado

Adversários de Mateus Simões questionaram a gestão da segurança pública, o orçamento estadual e a privatização da Copasa.

Mateus Simões (PSD) foi criticado por adversários durante debate eleitoral realizado na noite de domingo (16.ago.2026), na TV Band Minas. A segurança pública, a gestão do orçamento estadual e as isenções fiscais estiveram entre os principais temas da transmissão.

Participaram Flávio Roscoe (PL), Alexandre Kalil (PDT), Cleitinho Azevedo (Republicanos), Gabriel Azevedo (MDB) e o próprio Mateus Simões. Os partidos dos candidatos têm mais de 5 cadeiras no Senado. Patrus Ananias (PT) foi convidado, e sua equipe participou de reuniões com a emissora, mas ele não compareceu.

Segurança pública

Alexandre Kalil afirmou que Simões “liquidou a Polícia Militar” e responsabilizou o governo atual e a gestão do ex-governador Romeu Zema (Novo) pela condução da segurança pública. Segundo Kalil, o Estado “há 13 anos está sucateando a Polícia Militar”, que estaria “muito humilhada”.

Gabriel Azevedo disse que o Estado “traiu” a classe por não conceder um reajuste salarial que havia sido acordado. O candidato também afirmou que facções criminosas como o PCC e o Comando Vermelho ampliaram sua atuação em Minas Gerais por causa do descumprimento de compromissos do governo.

Isenções e saneamento

A dívida estadual e os subsídios concedidos a empresas também foram discutidos. Na Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2027, o Estado estima R$ 27 milhões em isenções fiscais para empresas.

Kalil afirmou que o benefício é destinado a empresários “bons amigos” do governo. Ele disse que, antes da atual gestão, as isenções não passavam de R$ 4 milhões. O candidato defendeu transparência sobre as empresas beneficiadas e reconheceu que existem isenções necessárias.

Gabriel Azevedo criticou ainda a privatização da Copasa, assinada pelo governador. Para ele, a medida não considerou que mais da metade da água em Minas Gerais não é tratada. O candidato afirmou que o próximo governante terá de cumprir as metas de saneamento básico até 2033.

Texto produzido pela Redação Trilha de Viagem com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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