A família Bolsonaro pode começar 2027 com menos espaço político, a depender do resultado das eleições. Flávio Bolsonaro, senador pelo PL, aparece como um dos nomes mais cotados para disputar o segundo turno presidencial com Lula da Silva, do PT. Os dois têm chances de vencer a eleição, conforme o cenário descrito na fonte.
Disputa pelo Senado
Se perder a disputa presidencial, Flávio Bolsonaro ficará sem o mandato de senador, que termina em 2027. A avaliação apresentada é que uma derrota poderia enfraquecer o bolsonarismo familiar. Nesse cenário, Tarcísio de Freitas, caso seja reeleito governador de São Paulo, poderia assumir a liderança do grupo político ligado a Jair Bolsonaro.
Carlos Bolsonaro foi deslocado do Rio de Janeiro para disputar uma vaga ao Senado por Santa Catarina. Depois de aparecer bem no início, caiu para o terceiro lugar nas pesquisas. Na última pesquisa Atlas Intel citada, ele tinha 14,9%, atrás de Carolina De Toni, do PL, com 28,4%, e de Esperidião Amin, do pP, com 20,2%.
A tendência indicada é que Carolina De Toni e Esperidião Amin sejam eleitos. Carlos Bolsonaro poderia ficar fora da disputa e retornar ao Rio de Janeiro para tentar uma candidatura a vereador em 2028.
Outros mandatos
Eduardo Bolsonaro não disputa eleição neste ano e ficará sem mandato nos próximos quatro anos. A possibilidade mencionada é que, caso Flávio Bolsonaro seja eleito presidente, Eduardo seja indicado para o Ministério das Relações Exteriores ou para o cargo de embaixador nos Estados Unidos.
Jair Bolsonaro, do PL, está em prisão domiciliar e inelegível, por isso não pode disputar mandato em 2026. Se Flávio Bolsonaro for eleito presidente, a previsão apresentada é que o pai receba um indulto.
O vereador Jair Renan Valle Bolsonaro, do PL, também é citado como candidato a deputado federal por Santa Catarina, mas esse nome não é considerado nesta apuração para evitar ampliar a lista de personagens além do necessário.







