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Proposta sugere captura de Díaz-Canel por Trump e retoma histórico de Cuba
Brasil

Proposta sugere captura de Díaz-Canel por Trump e retoma histórico de Cuba

Análise defende uma ação de Donald Trump contra o governo cubano e relembra a invasão fracassada da Baía dos Porcos.

A invasão da Baía dos Porcos, em abril de 1961, é usada como ponto de partida para uma nova proposta contra o governo cubano. A operação reuniu 1.300 anticastristas treinados pela CIA durante quase 1960, no governo de Eisenhower. Transportados para uma área a 2 horas de Havana, eles foram derrotados em 3 dias pelas forças de Fidel Castro, já no início do governo de JFK.

A ideia agora é que Donald Trump vá a Havana, retire Miguel Díaz-Canel do poder e o leve aos Estados Unidos. A medida é apresentada também como uma forma de recuperar a aprovação do presidente americano. O argumento sustenta que Trump já teria experiência em ações contra adversários estrangeiros e deveria aproveitar o momento para agir em Cuba.

A comparação com os anos 1970

A crítica ao regime cubano parte de uma lembrança dos anos 1970, quando a falta de liberdade no Brasil era colocada em contraste com a Albânia e Cuba. Os países eram associados a Enver Hoxha e Fidel Castro, descritos como líderes responsáveis por perseguição, censura, repressão de adversários e estatização de propriedades.

Hoxha comandou a Albânia de 1944 a 1985. Fidel esteve à frente de Cuba entre 1959 e 2008. A proposta relaciona a morte dos dois líderes à possibilidade de Trump antecipar o Natal para os cubanos, em referência às mudanças de calendário promovidas por governos ligados a Fidel Castro e Hugo Chávez.

Em 2013, Chávez teria adiado o Natal para novembro. Na Venezuela, Nicolás Maduro o havia fixado em 1º de outubro. A sugestão é que uma eventual captura de Díaz-Canel ocorra nesse período, ou durante o mês das eleições brasileiras. O presidente cubano é descrito como sucessor dos irmãos Castro e como alguém que deveria responder pelos atos do governo da ilha.

Cuba e o apoio estrangeiro

A situação cubana também é relacionada ao apoio recebido de outros governos ao longo das décadas. Até a queda do comunismo na Europa, a União Soviética sustentou a ditadura cubana. Depois, o regime teria dependido de governos e dirigentes simpáticos a Fidel, entre eles Hugo Chávez, a Venezuela e o Brasil.

O texto menciona o financiamento do Porto de Mariel com recursos do BNDES. O valor citado é de R$ 2 bilhões e 300 milhões em 2009, que equivaleriam a mais de R$ 6 bilhões atualizados. Também são mencionados outros R$ 7 bilhões associados ao programa Mais Médicos e repassados ao regime cubano.

A análise afirma que a redução da ajuda venezuelana, após a ascensão de Delcy Rodríguez com autorização de Trump, agravou as dificuldades em Cuba. Por isso, conclui que a retirada de Díaz-Canel do poder atenderia tanto aos cubanos quanto aos interesses políticos do presidente dos Estados Unidos.

Texto produzido pela Redação Trilha de Viagem com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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