Federal Reserve (Fed), Banco Central Europeu (BCE) e Banco do Japão (BoJ) elevaram as taxas de juros neste mês de setembro. As decisões reforçaram a percepção de que os bancos centrais das principais economias mundiais caminham para uma política monetária mais restritiva.
O movimento também consolidou um viés mais “hawkish” entre as autoridades monetárias. A mudança não está ligada somente aos riscos de inflação gerados pela guerra no Golfo Pérsico. A atividade econômica mais resiliente que o esperado também contribuiu para esse posicionamento.
Com as altas promovidas pelo Fed, pelo BCE e pelo BoJ, o cenário de juros mais altos ganhou força entre as principais economias do mundo. As decisões foram tomadas em um contexto de preocupação com a inflação e de avaliação sobre o ritmo da atividade econômica.







