Economistas do Santander aplicaram a Teoria Fiscal do Nível de Preços, conhecida pela sigla FTPL, à análise do mercado brasileiro. A abordagem foi defendida pelo economista John Cochrane e começa a receber aplicações mais concretas no país.
Em um relatório, os especialistas avaliaram a trajetória dos juros reais e das inflações implícitas no Brasil. A conclusão apresentada é que esses movimentos podem estar mais ligados às perspectivas para os superávits fiscais do que às próximas decisões do Banco Central sobre a taxa Selic.
A análise desloca o foco das projeções exclusivamente relacionadas aos passos do Banco Central. Pela interpretação apresentada pelo Santander, a expectativa sobre a geração de superávits fiscais pode ter papel central na definição das condições de juros reais e das inflações implícitas no país.







