SÃO PAULO — O SP Open chega à segunda edição com mais de 45 marcas patrocinadoras, ante 38 no ano passado, e previsão de aumento de 15% na receita. O torneio de tênis feminino será realizado no Parque Villa-Lobos, na capital paulista, e a organização espera superar os 33 mil espectadores registrados em 2025.
A competição começa neste sábado (12) e vai até 20 de setembro. Neste ano, o evento também passou a integrar o calendário oficial da cidade de São Paulo. A organização estima que o torneio injete mais de R$ 100 milhões na economia do Estado.
O SP Open é uma competição WTA 250 e será exibido para mais de 100 países. A estrutura foi ampliada pela IMM Esporte e Entretenimento, organizadora do evento, com uma quadra central de 400 lugares, quadras secundárias, o dobro de área coberta para o público e uma praça central com telão maior. A área de gastronomia passou de 10 para 15 operadores.
Entre os patrocinadores estão Bradesco, Claro, Heineken 0.0 e Allos, do Shopping VillaLobos. A B3 mantém a parceria com o torneio, iniciado na primeira edição. O patrocínio envolve R$ 700 mil por meio de lei de incentivo, além de verba direta e recursos para ativação. A empresa também destinou R$ 9 milhões, por meio da Lei de Incentivo ao Esporte, para iniciativas que vão além do tênis.
A Latam estreia como companhia aérea oficial do SP Open. A marca levará ao evento o Match Points Latam Pass, dinâmica inspirada no tênis que apresenta categorias e benefícios do programa e permite ganhar milhas e brindes. O Bradesco também participa pela primeira vez e patrocina a tenista brasileira Luisa Stefani, medalhista olímpica.
A Seara Gourmet, do grupo JBS, terá um espaço com degustações de pinchos, máquina de brindes e sessões de corte de presunto parma ao vivo. A Heineken 0.0 participa pelo segundo ano, com três bares exclusivos. Já a Tegra, incorporadora do Grupo Brookfield, está no torneio pelo segundo ano consecutivo e terá uma atividade inspirada em tendências das redes sociais.
Para Márcia Casz, diretora de Esportes da IMM Esporte e Entretenimento, a expansão também busca ampliar a experiência do público e a exposição do tênis feminino no país. “O salto de um primeiro para o segundo ano é muito grande”, afirmou.
A organização ampliou as arquibancadas e pretende incentivar a permanência dos visitantes no complexo. As atletas brasileiras poderão disputar a competição em casa, diante da torcida, enquanto o público terá contato próximo com jogadoras que normalmente acompanha em torneios internacionais.







