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Céline Dion retoma agenda de shows em Paris após doença neurológica
Cultura

Céline Dion retoma agenda de shows em Paris após doença neurológica

Cantora canadense fará 16 apresentações na Plenitude Arena depois de mais de seis anos longe dos palcos por problemas de saúde.

A apresentação de Céline Dion na cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Paris, em julho de 2024, marcou uma das aparições mais importantes da cantora desde o afastamento dos palcos. Da Torre Eiffel, ela interpretou “Hymne à l'amour”, de Édith Piaf.

Agora, a artista canadense retoma a agenda de shows. Aos 58 anos, Dion fará no sábado (12) a primeira de 16 apresentações na Plenitude Arena, nos arredores de Paris. Outras dez datas estão previstas para maio.

A cantora convive desde 2022 com a síndrome da pessoa rígida, uma condição neurológica incurável que provoca rigidez muscular e espasmos dolorosos. A doença levou ao adiamento, em diferentes ocasiões, do retorno inicialmente planejado para 2025.

A última turnê de Dion havia começado em 2019 e foi interrompida primeiro por causa da pandemia e, depois, pelos problemas de saúde. Com isso, ela ficou mais de seis anos longe dos holofotes.

Em março, ao anunciar os shows em Paris nas redes sociais, a cantora falou sobre sua condição: “Estou muito bem, minha saúde... me sinto bem, me sinto forte, canto bastante, até danço um pouco”.

A carreira de Dion inclui cinco vitórias no Grammy e quase 260 milhões de álbuns vendidos em todo o mundo. O maior sucesso veio com “My Heart Will Go On”, da trilha sonora de “Titanic”, filme de James Cameron lançado três anos depois de seu casamento com René Angélil.

René foi mentor, marido e pai dos três filhos da cantora. Ele a descobriu quando Dion tinha 12 anos, depois que sua mãe, conhecida como “Mama Dion”, enviou uma fita cassete a ele. Para financiar o primeiro álbum da artista, o produtor hipotecou a própria casa.

Nascida em 1968, Dion era a caçula de uma família de 14 filhos. A França a conheceu em 1983, em um programa de televisão apresentado por Michel Drucker. Em 1995, ela gravou com Jean-Jacques Goldman o álbum “D'eux”, que inclui “Pour que tu m'aimes encore” e soma aproximadamente 10 milhões de cópias vendidas.

Texto produzido pela Redação Trilha de Viagem com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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