Poços de Caldas, Segunda-feira, 21 de setembro de 2026
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Novo Resident Evil aposta na perspectiva dos games e no terror
Cultura

Novo Resident Evil aposta na perspectiva dos games e no terror

Zach Cregger usa a câmera como nos videogames e acompanha um mensageiro em uma noite transformada em pesadelo.

Zach Cregger levou para o cinema a lógica visual dos videogames na nova adaptação de “Resident Evil”. Fã da franquia, o diretor posicionou a câmera atrás de Austin Abrams para acompanhar os movimentos de seu personagem e revelar ao público o que ele observa, em uma perspectiva próxima da primeira pessoa.

A estratégia exigiu coordenação entre Abrams e o operador de câmera. O objetivo era preservar a sensação dos jogos sem repetir a história original. “É um novo personagem, mas a história deve transmitir a mesma sensação do videogame”, afirmou Cregger.

A progressão dos equipamentos também foi inspirada na franquia. O personagem começa com uma pistola, passa para uma espingarda e depois usa uma metralhadora, acompanhando a evolução do armamento presente nos games.

Uma história original

O filme acompanha Bryan, um mensageiro que prolonga seu turno noturno para levar um pacote a partir de um hospital. O que parecia uma entrega comum se transforma em uma situação de terror.

Diretor de “A Hora do Mal”, Cregger escolheu privilegiar o horror e a angústia crescente, em vez de concentrar a adaptação nas cenas de ação. “Queria apostar totalmente no terror e nessa sensação de angústia que vai crescendo lentamente”, disse.

Para interpretar Bryan, Abrams ganhou algum peso e fez treinamento, mas evitou uma transformação física significativa. Segundo o ator, o personagem precisava parecer uma pessoa que não se exercitava todos os dias e que não estaria naturalmente preparada para enfrentar aquela situação.

Abrams, de 30 anos, nunca tinha jogado “Resident Evil” antes de conquistar o papel principal. Depois de se familiarizar com a franquia, afirmou que não acredita que conseguiria sobreviver a uma experiência semelhante na vida real.

A série já havia chegado ao cinema em adaptações dirigidas por nomes como Paul W. S. Anderson. Cregger reconhece que sua versão pode frustrar fãs que esperavam personagens ou tramas específicas dos jogos, mas preferiu manter a proposta de contar uma história inédita que celebrasse os elementos de que gosta na franquia. O filme chega aos cinemas americanos nesta sexta-feira (18).

Texto produzido pela Redação Trilha de Viagem com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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