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Adolescente diz que conheceu suspeito por amiga e relata confusão emocional
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Adolescente diz que conheceu suspeito por amiga e relata confusão emocional

Ana Clara Alves Silva afirmou que já havia encontrado o jovem antes de desaparecer e negou que o contato inicial tenha ocorrido pelo Discord.

A adolescente Ana Clara Alves Silva, de 13 anos, afirmou que conheceu o suspeito de 19 anos por intermédio de uma amiga da escola. Ela confirmou que usava o Discord, mas negou que a plataforma tenha sido o meio do primeiro contato entre os dois.

A jovem disse que a amiga comentou que os dois tinham gostos semelhantes, como preferências musicais e estilo. Segundo Ana Clara, ela encontrou o rapaz no sábado, 5, um dia antes de desaparecer. O encontro teria durado poucos minutos.

A adolescente também afirmou que passava por um período de confusão emocional e que queria desaparecer. Ela negou que a decisão tivesse relação com a forma como era tratada pelos pais. A mãe, Maira Alves da Silva, contou que a filha disse ter conhecido o rapaz havia cerca de duas semanas, depois de ser localizada.

Investigação e versão da defesa

Maira pretende apresentar as informações no inquérito policial, que ainda está em andamento. A mãe relatou que a filha teria sido orientada pelo jovem a observar câmeras para evitar ser vista durante a saída. Segundo ela, a adolescente passou inicialmente por uma residência no bairro Recanto do Sol e depois foi levada a outro imóvel, onde a polícia a encontrou.

A mãe também disse que a filha contou ter permanecido três dias com o rapaz. Maira afirmou que a adolescente mencionou ter bebido vodka, mas suspeita que ela possa ter ingerido outras substâncias. Essa hipótese depende de confirmação das autoridades ou de exames.

A defesa do suspeito declarou que o caso está em fase inicial e aguarda a audiência de custódia, além de diligências e depoimentos. Os advogados afirmaram que, até o momento, não há elementos indicando cárcere privado, violência ou permanência contra a vontade da adolescente.

Segundo a defesa, relatos já colhidos apontariam que a jovem deixou a residência voluntariamente por questões familiares e ficou no local por vontade própria. Os advogados disseram que só apresentarão as teses defensivas depois de analisar integralmente os autos.

Mudanças na rotina da família

Maira afirmou que não havia percebido a dimensão do sofrimento emocional da filha. Após o episódio, a família pretende buscar acompanhamento profissional e aumentar a proximidade com a adolescente. Também houve acordo para retirar temporariamente o celular e incluir atividades físicas na rotina.

Ana Clara disse que deveria ter conversado com pessoas próximas antes de tomar a decisão. Ao falar sobre o que gostaria que outras famílias fizessem, destacou a importância de atenção, afeto e diálogo, além do acompanhamento das amizades e do comportamento dos filhos.

Maira rebateu as críticas recebidas pela família e pediu que responsáveis evitem julgamentos precipitados. Ela afirmou que o foco agora é cuidar da filha e compreender o que aconteceu, além de acompanhar com mais atenção a rotina digital, as amizades e a saúde mental da adolescente.

Texto produzido pela Redação Trilha de Viagem com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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