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MPGO encerra apuração sobre contratos da Saneago por falta de elementos
Brasil

MPGO encerra apuração sobre contratos da Saneago por falta de elementos

Investigação analisou suspeitas de irregularidades, uso do Fundo Fixo e pagamento de propina, mas não confirmou as acusações.

O Ministério Público de Goiás (MPGO) arquivou a investigação sobre possíveis irregularidades em contratos da Saneago e no uso de recursos da empresa. A apuração envolvia Hercílio Francisco Cândido e outros funcionários da Superintendência de Tecnologia da Informação (Sutec).

A decisão foi assinada pela promotora de Justiça Leila Maria de Oliveira. O inquérito começou após denúncias anônimas e examinava suspeitas de desvio de recursos públicos, uso indevido do Fundo Fixo, contratações irregulares e pagamento ou recebimento de propina em negócios da área de tecnologia.

Auditoria e suspeitas

Uma auditoria interna da Saneago revisou contratos com a Memora Processos Inovadores. O trabalho incluiu a análise de licitações, pagamentos, reajustes, mudanças nos valores contratados e, por amostragem, dos produtos e serviços entregues.

Conforme a manifestação que determinou o arquivamento, não foram identificadas falhas capazes de comprometer a legalidade das contratações. Também não surgiram elementos suficientes para responsabilizar os funcionários por irregularidades no uso do Fundo Fixo da Sutec.

Na apuração sobre propina, o MPGO informou que não encontrou provas de pagamento ou recebimento de vantagem indevida. Para o órgão, o conjunto reunido não confirmou as suspeitas investigadas.

Posição da defesa

Matheus Costa, advogado de Hercílio, afirmou que o encerramento da investigação evidenciou a falta de sustentação das acusações mais graves contra o cliente. Durante o procedimento, a defesa não aceitou uma proposta de acordo que previa o reconhecimento de responsabilidade e o ressarcimento de valores.

Segundo Costa, a recusa permitiu uma análise mais aprofundada das suspeitas. “O arquivamento é consequência e expõe a fragilidade dessas imputações”, declarou.

O advogado também afirmou que pretende buscar a responsabilização de pessoas que, na avaliação dele, tenham provocado as acusações de maneira intencional ou de má-fé.

Texto produzido pela Redação Trilha de Viagem com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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