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Gil do Vigor se solidariza com João Victor após relato de homofobia no Rock in Rio
Brasil

Gil do Vigor se solidariza com João Victor após relato de homofobia no Rock in Rio

Ator de Quem ama cuida afirmou ter sido hostilizado por três jovens na chegada à Cidade do Rock.

O influenciador e economista Gil do Vigor declarou apoio ao ator João Victor Gonçalves, que relatou ter sofrido ataques homofóbicos na chegada à Cidade do Rock, no primeiro dia do Rock in Rio. O episódio ocorreu na madrugada deste sábado (6).

João Victor, de 24 anos, interpreta Mau Mau na novela Quem ama cuida, da TV Globo. Imagens divulgadas nas redes sociais mostram o ator caminhando enquanto três jovens debocham das roupas que ele usava e o hostilizam.

Depois do episódio, o ator publicou um vídeo e falou sobre o impacto da situação. “Homofobia não é entretenimento”, afirmou.

Apoio de Gil do Vigor

Gil do Vigor gravou uma mensagem de solidariedade ao ator e falou sobre a forma como pessoas LGBTQIA+ são tratadas. “A forma como eu me visto não é entretenimento, o meu jeito não é entretenimento, as violências que eu sofro não é entretenimento”, disse.

O economista também mencionou os episódios de bullying que sofreu na infância por causa do seu jeito de ser. Para ele, é necessário nomear as agressões, em vez de tratá-las como “mimimi”.

Em um story no Instagram, João Victor chorou ao comentar o caso. Na novela das 21 horas, Mau Mau é um jovem que descobre sua homossexualidade e enfrenta o preconceito do avô, personagem interpretado por Tony Ramos.

O ator afirmou ainda que o personagem representa alguém forte e corajoso diante da homofobia estrutural vivida dentro de casa.

Gil do Vigor questionou até quando situações desse tipo continuarão ocorrendo e defendeu que os responsáveis sejam punidos.

Enquadramento legal

Em 2019, o Supremo Tribunal Federal decidiu enquadrar a homofobia como crime. Os ministros determinaram que a legislação sobre racismo também fosse aplicada a práticas discriminatórias desse tipo e apontaram a omissão do Congresso Nacional na criação de medidas sobre o tema.

A legislação prevê reclusão de um a cinco anos, prestação de serviços à comunidade ou multa.

Texto produzido pela Redação Trilha de Viagem com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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