Domingo, 6 de setembro de 2026
A próxima viagem começa aqui
Órbi apresenta inteligência artificial e inovação comunitária no HackTown
Câmbio e custos

Órbi apresenta inteligência artificial e inovação comunitária no HackTown

Hub de Belo Horizonte levou debates sobre IA, colaboração e o papel das comunidades na produção de conhecimento e tecnologia.

O Órbi participou do HackTown com uma agenda dedicada a soluções de inteligência artificial, empreendedorismo e inovação comunitária. O hub, sediado em Belo Horizonte, também apresentou sua atuação como escola de IA voltada a negócios e como Instituição de Ciência e Tecnologia (ICT).

A proposta da instituição no evento foi aproximar conhecimentos produzidos em diferentes regiões e ampliar o protagonismo coletivo. Christiano Xavier, CEO do Órbi, afirmou: “A gente vem para aprender, para trocar e para trazer os conhecimentos da nossa região”.

A estratégia defendida pelo dirigente busca conectar iniciativas de Minas Gerais e de outras partes do Brasil, com desenvolvimento socioeconômico e ambiental tratados de forma integrada. “Queremos unir esforços para cocriar soluções para todas as regiões de Minas Gerais e do Brasil”, disse Xavier.

Comunidades como produtoras de tecnologia

Um dos painéis organizados pelo Órbi discutiu a participação das favelas na transformação da sociedade. A conversa abordou as comunidades como espaços de produção de conhecimento e tecnologia, além de tratar da relação entre inovação, memória e colaboração.

Participaram do debate Pedro Quintanilha, arquiteto e coordenador de projetos da Nuar; Noele Gomes, empreendedora do Instituto Colmeia; e Fred Negro F., artista de hip hop, mestre em humanidades e integrante da Agência Grafite Brasil.

Quintanilha relacionou a ideia de que o futuro é ancestral à valorização dos ancestrais vivos e das histórias transmitidas entre gerações. Ele também afirmou que a escassez pode estimular a criatividade e que a pesquisa ajuda a evitar a repetição de erros no desenvolvimento tecnológico.

Noele Gomes apresentou outra leitura do conceito: para ela, a ancestralidade precisa estar ligada às transformações que já acontecem dentro das próprias comunidades.

Texto produzido pela Redação Trilha de Viagem com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

NewsletterCinco leituras por manhã.

Mais lidos

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5