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Prefeitura de Goiânia quer acelerar análise de fundo com imóveis públicos
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Prefeitura de Goiânia quer acelerar análise de fundo com imóveis públicos

Sandro Mabel avalia pedir que o presidente da Câmara leve ao plenário o projeto hoje em análise na CCJ.

A Prefeitura de Goiânia ainda não concluiu o levantamento dos imóveis públicos que poderiam integrar o fundo imobiliário proposto pelo município. A secretária municipal de Governo, Sabrina Garcêz, afirmou que a seleção deve considerar áreas com maior potencial comercial, e não necessariamente os bens que a administração pretende repassar.

“Não são necessariamente os imóveis que a Prefeitura quer repassar, mas aqueles que têm maior apelo comercial”, disse Sabrina. Segundo ela, a avaliação dos imóveis deverá ocorrer depois da constituição do fundo.

Projeto está na CCJ

A proposta prevê transformar imóveis públicos sem uso em ativos geradores de renda para o município. Atualmente, o projeto de lei está na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara Municipal de Goiânia.

O prefeito Sandro Mabel afirmou, nesta terça-feira, 22, que pode conversar com Luan Alves, presidente da comissão, e com os demais integrantes para tentar fazer a matéria avançar. Outra possibilidade mencionada por ele é pedir ao presidente da Câmara, Romário Policarpo (Cidadania), que avoque o projeto.

Na prática, a avocação permite que o presidente da Câmara assuma a responsabilidade de decidir ou dar andamento a uma proposta que estava sendo analisada por outra comissão. Com isso, Mabel disse que o texto poderia ser levado ao plenário.

Déficit da Previdência

O prefeito considera o fundo essencial para ajudar no abatimento da dívida da Previdência municipal. Ele criticou a possibilidade de a proposta só entrar em discussão no próximo ano e afirmou que o Legislativo precisa dar andamento ao projeto.

Mabel argumentou que o município paga cerca de R$ 2 milhões por dia em déficit previdenciário, valor que chega a quase R$ 50 milhões por mês. Para o prefeito, a proposta não deveria esperar até o ano que vem por envolver dinheiro público.

Ainda não há, conforme fontes do Paço Municipal, uma relação concluída dos imóveis aptos a participar do fundo.

Texto produzido pela Redação Trilha de Viagem com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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