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Operação Abafa reforça fiscalização contra queimadas no Nordeste de Goiás
Brasil

Operação Abafa reforça fiscalização contra queimadas no Nordeste de Goiás

Força-tarefa atua na Chapada dos Veadeiros para identificar a origem dos incêndios e os possíveis responsáveis pelo fogo irregular.

Vestígios encontrados em áreas atingidas por incêndios serão analisados para indicar como o fogo começou e quem pode ser responsabilizado. Esse é um dos objetivos da nova etapa da operação Abafa, que percorre áreas do Nordeste goiano desde esta segunda-feira, 21.

A força-tarefa concentra as atividades na Área de Proteção Ambiental (APA) Pouso Alto e nas zonas de amortecimento de unidades de conservação, incluindo o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros. A região abrange parte da Chapada dos Veadeiros e é considerada uma área de proteção do Cerrado.

Participam da ação fiscais ambientais da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), agentes da Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP), Corpo de Bombeiros Militar, Polícia Militar, Polícia Civil e Polícia Técnico-Científica.

Como funciona a apuração

Além do combate às chamas, as equipes buscam localizar os pontos de origem dos incêndios e reunir informações sobre as circunstâncias das ocorrências. O material coletado em campo pode ajudar a identificar os responsáveis pelo início do fogo.

Quando são encontradas irregularidades, os envolvidos podem receber multas e outras sanções administrativas. Também podem responder criminalmente nos casos previstos pela Lei de Crimes Ambientais.

Multas aplicadas em 2026

Dados da Semad mostram que mais de R$ 20 milhões em multas por uso irregular do fogo foram aplicados em Goiás somente em 2026. O valor considera as penalidades emitidas pela própria secretaria e é usado como indicador do avanço das fiscalizações contra queimadas irregulares.

Para o gerente de emergências ambientais da Semad, tenente-coronel Sayro Reis, as autuações estão ligadas à ampliação da responsabilização por práticas que ameaçam áreas naturais e propriedades. “O valor mostra que o Estado está agindo com firmeza no enfrentamento às práticas que ameaçam a vegetação nativa, a fauna, a saúde da população e o patrimônio público e privado”, afirmou.

Texto produzido pela Redação Trilha de Viagem com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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