Poços de Caldas, Segunda-feira, 21 de setembro de 2026
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Renan Santos diz que dever do partido dele é derrotar o Centrão
Foto: Gabriel Silva/Raspress/Estadão Conteúdo
Brasil

Renan Santos promete enfrentar o Centrão e rejeita apoio a Lula ou Flávio

Candidato do Missão também defendeu mudanças fiscais, autonomia do Banco Central e disse ser pessoalmente favorável à pena de morte.

O candidato à Presidência Renan Santos, do Partido Missão, afirmou que a principal tarefa de sua legenda é derrotar o Centrão. Durante uma sabatina realizada nesta sexta-feira, 11, ele classificou o grupo como uma anomalia da política brasileira e disse que a vitória do partido representaria, necessariamente, uma vitória da democracia no país.

Santos voltou a defender a desvinculação dos pisos da saúde e da educação. Na avaliação dele, a mudança permitiria maior controle das contas públicas e daria ao governo mais liberdade para elaborar o orçamento e ampliar a capacidade de investimento. O candidato também afirmou que sua proposta prevê alterações no modelo de reajuste do salário mínimo, com gatilhos automáticos para benefícios.

Pena de morte e propostas institucionais

Renan Santos declarou ser pessoalmente favorável à pena de morte, mas disse que o tema não seria trabalhado em um primeiro mandato. Ao ser questionado sobre se seria radical, afirmou considerar-se uma pessoa sensata.

Em uma rodada de respostas rápidas, ele defendeu uma dosimetria para condenados pelos atos de 8 de janeiro, a mudança completa do foro privilegiado e o fim da reeleição. Também declarou apoio à autonomia do Banco Central.

Sem apoio no segundo turno

O candidato negou a possibilidade de apoiar Flávio Bolsonaro, do PL, ou Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, em um eventual segundo turno. Renan Santos afirmou que não pretende se juntar a nenhum dos grupos políticos ligados aos adversários.

Ao comentar a crise no Supremo Tribunal Federal, disse acreditar que os acontecimentos podem mudar a dinâmica das eleições nas próximas duas semanas. Santos também afirmou não reconhecer Alexandre de Moraes como ministro legítimo após revelações sobre um suposto envolvimento dele com o Banco Master.

Na avaliação do candidato, Lula seria o mais afetado pela crise no Supremo. Sobre Flávio Bolsonaro, acrescentou que ainda seria preciso observar os próximos desdobramentos.

Texto produzido pela Redação Trilha de Viagem com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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