PF identifica viagens de Flávio Bolsonaro com advogado investigado no caso do INSS
Registros analisados pela Polícia Federal mostram deslocamentos internacionais do senador com Willer Tomaz e Weverton Rocha em 2025.
Registros analisados pela Polícia Federal mostram deslocamentos internacionais do senador com Willer Tomaz e Weverton Rocha em 2025.
Candidato do Avante também apresentou propostas sobre inteligência artificial, economia e mudanças no Supremo Tribunal Federal.
Candidato do Missão propõe limitar decisões do Supremo e retirar da Corte o julgamento de deputados e senadores.
Conversas e registros obtidos pela LAI apontam presença da lobista no Planalto, viagens pela FAB e contatos com Lula e o filho dele.
Felipe Cecílio apresentou representação contra Magda Mofatto, que o chamou de “ladrão de windbanners” em vídeo.
Alegação foi feita por Luis Costa Pinto, que disse ter recebido o relato de um empresário dos setores de mineração e imobiliário.
Além da reunião em São Paulo, senador se encontrou com o banqueiro no primeiro semestre de 2025, em uma mansão alugada.
Candidato à Presidência afirmou que o Supremo perdeu o rumo e cobrou a saída de Alexandre de Moraes da Corte.
Operações da Polícia Federal atingem nomes ligados ao pré-candidato e levantam suspeitas sobre lavagem de dinheiro e desvio de verbas públicas.
Representação à PGR afirma que senador tentou envolver governo norte-americano na classificação do PCC e do Comando Vermelho como terroristas.
Parlamentares querem investigar suposto aporte de R$ 134 milhões para filme sobre a família Bolsonaro e possíveis crimes na negociação.
Senador minimizou acusações contra Euclydes Pettersen, que foi indiciado pela PF e nega envolvimento nos crimes investigados.
Aliados esperavam apoio à abertura de investigação contra Alexandre de Moraes, mas ministro declarou impedimento de voto no caso.
Candidato à Presidência afirmou que não conversa com Marconi Perillo e acusou adversários de serem os maiores assaltantes do país.
Candidata ao Senado também disse que pretende defender trabalho, produção e família, além de regulamentar temas como aborto e reforma tributária.
Candidato do Missão também defendeu mudanças fiscais, autonomia do Banco Central e disse ser pessoalmente favorável à pena de morte.
Em agenda em São Paulo, candidato criticou Flávio Bolsonaro e ministros do STF por possíveis vínculos com a investigação.
Candidato do Missão também criticou a autonomia universitária e classificou Fies e ProUni como “fiascos”.