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Gracinha Caiado cobra transparência no caso Banco Master e defende agenda social
Brasil

Gracinha Caiado cobra transparência no caso Banco Master e defende agenda social

Candidata ao Senado também disse que pretende defender trabalho, produção e família, além de regulamentar temas como aborto e reforma tributária.

A candidata ao Senado Federal Gracinha Caiado (União Brasil) defendeu que todos os envolvidos nas investigações sobre o caso Banco Master sejam avaliados pelos mesmos critérios, independentemente do cargo ou da posição política. Durante entrevista à Rádio Bandeirantes, ela também afirmou que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes deve prestar esclarecimentos à sociedade.

Gracinha disse que o Brasil vive uma crise institucional que exige transparência e respeito à legislação. Para ela, não deve haver pessoas acima da lei entre senadores, ministros, deputados ou governadores.

“Eu quero um Brasil onde todos entendam que não existe ninguém acima da lei”, declarou.

Desenvolvimento e políticas sociais

A candidata afirmou que pretende defender no Congresso a valorização de quem trabalha, de quem produz e da família. Ela também rejeitou a ideia de que políticas sociais sejam uma bandeira exclusiva de partidos de esquerda.

Na avaliação de Gracinha, o desenvolvimento econômico precisa estar ligado a medidas voltadas à população em situação de vulnerabilidade. Ela citou mudanças em Goiás desde 2019 nas áreas de saúde, educação, segurança pública e infraestrutura como exemplo da possibilidade de combinar crescimento e ações sociais.

A candidata ainda mencionou problemas que, segundo ela, existiam no início do governo Ronaldo Caiado. Entre os exemplos, citou pessoas que precisavam viajar do Sul do estado até a capital para fazer hemodiálise, hospitais sem medicamentos e atendimento e escolas sem salas de aula, onde crianças ficavam sob árvores ou em latas de tinta.

“Essa história de que o social é feito pela esquerda não é verdade”, afirmou. Para Gracinha, a população busca oportunidades para deixar a situação de vulnerabilidade, e não favores.

Aborto e regulamentação

Gracinha se posicionou contra o aborto e defendeu a regulamentação adequada dos casos já previstos pela legislação brasileira. Ela afirmou que a falta de regulamentação também atinge a reforma tributária e a renegociação das dívidas, temas que, segundo a candidata, permanecem parados.

Ao tratar do Banco Master, Gracinha questionou a possibilidade de o Supremo não concordar com uma investigação e disse que as apurações devem seguir os mesmos parâmetros para todos os citados.

Texto produzido pela Redação Trilha de Viagem com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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