A B3 informou que BDRs de empresas brasileiras poderão fazer parte do universo elegível do Ibovespa a partir do primeiro semestre de 2027. A participação total desses ativos no índice ficará limitada a 10%.
A mudança foi comunicada pela bolsa ontem (8), após discussões com participantes do mercado. A ampliação, porém, não significa que todas as companhias enquadradas serão incluídas automaticamente no indicador.
Para integrar o Ibovespa, as empresas ainda precisarão cumprir os critérios previstos na metodologia do índice. Assim, a possibilidade de entrada amplia o conjunto de ativos considerados, mas mantém as exigências já aplicadas para a composição da carteira.
A B3 afirmou que investidores já acessam empresas brasileiras listadas por meio de ações e Brazilian Depositary Receipts (BDRs), instrumentos regulados e negociados no mercado local. A bolsa também mencionou o crescimento da liquidez e da adoção desses produtos.
Na avaliação da B3, avanços regulatórios nas regras de investimento de fundos, das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPCs) e dos Regimes Próprios de Previdência Social (RPPS) fazem parte do contexto da alteração nas regras de elegibilidade do índice.







