GOIÂNIA — O candidato Caiado propôs a criação de provas de proficiência para avaliar a qualidade dos cursos de ensino superior. A ideia, apresentada durante o desfile da Independência do Brasil, prevê que faculdades sem docentes qualificados ou estudantes aprovados no exame não possam continuar funcionando.
“onde não tiver ali docentes qualificados para poder dar o curso e jovens que sejam capazes de serem aprovados na prova de proficiência, aquela faculdade não terá como continuar”, afirmou Caiado. Ele também disse que pretende respeitar o dinheiro do cidadão brasileiro, mas não explicou se a avaliação será aplicada a todos os cursos nem como funcionaria o exame.
Atualmente, há provas específicas para algumas áreas. A Ordem dos Advogados do Brasil aplica um exame para bacharéis em Direito, enquanto o Ministério da Educação realiza o Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica para estudantes de medicina.
O desfile ocorreu nesta segunda-feira (7), na Avenida Tocantins, no Centro de Goiânia, com a participação da população, de autoridades políticas e de estudantes de escolas municipais e estaduais.
Caiado também prometeu ampliar o ensino profissionalizante. A proposta é elevar de 20% para 50%, em quatro anos, a parcela de jovens que concluem o ensino médio com diploma dessa formação.
Declarações sobre o 7 de setembro
Ao falar sobre soberania, o candidato criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Caiado afirmou que a falta de segurança pública impede a independência em outros estados e citou Bahia, Ceará e Rio de Janeiro.
“Nós, aqui em Goiás, podemos falar, aqui tem plena independência”, declarou. Ele também questionou se moradores de bairros de Salvador, do Ceará e dos morros do Borel e do Alemão conseguem comemorar a data com liberdade.
No domingo (6), Caiado esteve em uma feira livre em Aparecida de Goiânia, onde conversou e tirou fotos com populares e feirantes. Na ocasião, comentou a crise no Supremo Tribunal Federal e prometeu mudar as regras para ministros da Corte, além de indicar mulheres para ocupar o plenário caso seja eleito.







