Poços de Caldas, Quinta-feira, 24 de setembro de 2026
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iFood Pago libera R$ 55 milhões para restaurantes de Minas
Câmbio e custos

iFood Pago libera R$ 55 milhões para restaurantes de Minas

Plataforma informa que há mais de R$ 253 milhões em crédito pré-aprovado para estabelecimentos do estado.

O iFood Pago concedeu R$ 55 milhões em crédito para restaurantes de Minas Gerais entre agosto de 2025 e agosto de 2026. No mesmo período, mais de R$ 253 milhões ficaram pré-aprovados para estabelecimentos do estado, informou a plataforma financeira do iFood voltada a pequenos e médios empreendedores.

Os números foram apresentados durante a terceira edição do iFood Move, evento dedicado a restaurantes, food service e varejo da América Latina, realizado nos dias 16 e 17 em São Paulo.

Para Paulo Solmucci, presidente executivo da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), a ampliação do acesso ao financiamento pode ajudar empresas do setor que enfrentam dificuldades financeiras. A pesquisa mais recente da entidade aponta que 20% dos estabelecimentos operaram com prejuízo em julho, enquanto 37% tinham pagamentos em atraso.

“Crédito deve ser um instrumento para fortalecer a empresa, e não uma fonte adicional de pressão sobre margens que já são apertadas”, afirmou Solmucci. Na avaliação dele, os empresários precisam verificar se as parcelas cabem no fluxo de caixa e se o custo da operação é compatível com a capacidade de pagamento do negócio.

O dirigente também considera que parte dos recursos pode alcançar empresas negativadas ou com restrições, que teriam dificuldade para conseguir financiamento em outras instituições. Ele destacou, porém, que juros e prazos precisam estar adequados à realidade dos restaurantes.

Volume disponível

O iFood Pago informou ter alcançado R$ 4,6 bilhões em crédito concedido desde o início oficial da operação no Brasil, em 2024. A oferta de crédito pré-aprovado para os estabelecimentos já ultrapassa R$ 9 bilhões, em agosto.

A contratação não é automática: a concessão efetiva depende da adesão dos empreendedores às ofertas disponíveis. Para Solmucci, os recursos precisam chegar às empresas em condições que permitam o uso como capital de giro, investimento e expansão.

Texto produzido pela Redação Trilha de Viagem com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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