ESTADOS UNIDOS — A inteligência artificial passou a ocupar espaço central no debate eleitoral americano. Congressistas tentam apresentar aos eleitores uma posição sobre como o tema deve ser tratado antes das eleições de novembro.
Na Câmara dos Representantes, os trabalhos estão praticamente encerrados. No Senado, pode restar menos de três semanas de atividades até a votação, o que aumenta a pressão sobre os parlamentares.
A discussão ganhou força depois que CEOs de empresas de inteligência artificial alertaram para os riscos ligados ao avanço rápido da tecnologia. O assunto também passou a ser tratado pelos políticos que miram as eleições de meio de mandato e períodos eleitorais posteriores.
Assim como ocorreu com os data centers, a inteligência artificial deixou de ser apenas uma questão tecnológica e passou a integrar as preocupações eleitorais nos Estados Unidos. A corrida dos congressistas é oferecer aos eleitores ao menos uma indicação de como pretendem lidar com o tema.







