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Juros longos caem no Brasil, apesar da pressão externa sobre as taxas
Câmbio e custos

Juros longos caem no Brasil, apesar da pressão externa sobre as taxas

Mercado doméstico retoma o movimento de queda dos juros, mas petróleo, inflação dos EUA e BCE pressionam os rendimentos globais.

Os juros futuros fecharam em queda nesta quinta-feira, com recuo mais forte nos contratos de longo prazo. O movimento achatou novamente a curva de taxas e retomou a tendência observada entre a terça-feira da semana passada e a terça-feira desta semana, período em que o mercado reduziu prêmios de risco diante da expectativa de alternância de governo nas eleições presidenciais de outubro.

A melhora no ambiente doméstico, porém, foi limitada pelo desempenho negativo da renda fixa nos Estados Unidos e em outros mercados desenvolvidos. O petróleo avançou para US$ 107 por barril, enquanto dados de inflação americana considerados fortes e a postura conservadora do Banco Central Europeu (BCE) em sua decisão de juros impulsionaram as taxas globais.

Contratos de DI

O contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento em janeiro de 2027 subiu de 13,57%, no ajuste anterior, para 13,59%. O DI de janeiro de 2028 passou de 13,63% para 13,635%.

Nos vencimentos mais longos, o DI de janeiro de 2029 recuou de 13,86% para 13,83%, enquanto a taxa do contrato de janeiro de 2031 caiu de 14,09% para 14,03%.

No fim do pregão em Nova York, a taxa da T-note americana de dez anos avançava de 4,844% para 4,950%. O rendimento do T-bond de 30 anos subia de 5,293% para 5,360%.

Na Alemanha, o rendimento do Bund de dez anos aumentou de 3,459% para 3,512%, depois de alcançar 3,518%. Esse foi o maior nível intradiário e o patamar mais alto em 15 anos.

Texto produzido pela Redação Trilha de Viagem com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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