Mercados sobem com IA, enquanto petróleo recua antes de agenda política
Bolsas avançam no exterior, e investidores monitoram pesquisas eleitorais, dados de inflação e decisões do Banco Central no Brasil.
Bolsas avançam no exterior, e investidores monitoram pesquisas eleitorais, dados de inflação e decisões do Banco Central no Brasil.
Brent cai 1,99% para US$ 102,71, enquanto investidores avaliam pesquisas eleitorais e os próximos passos da Selic.
Stoxx 600 recuou 1,12% nesta sexta-feira (18), enquanto telecomunicações liderou as perdas entre os setores do índice.
Anúncio do governo surpreendeu investidores, mas perda de força do movimento externo reduziu a pressão sobre os ativos ao longo do dia.
Mercados reagiram à manutenção dos juros britânicos, à pausa nas vendas de Gilts longos e à queda dos preços do petróleo.
Índices americanos caem nesta terça-feira, enquanto ações de semicondutores recuperam parte das perdas da véspera.
Bolsas globais recuam, petróleo sobe e dólar avança no Brasil antes de sessão do Supremo Tribunal Federal.
Mercados locais voltaram a se aproximar das máximas do dia, enquanto o petróleo avançou a US$ 109 por barril nos EUA.
Brent chega a US$ 107 por barril, enquanto tensões no STF e o caso Master aumentam a cautela entre investidores.
Mercado doméstico retoma o movimento de queda dos juros, mas petróleo, inflação dos EUA e BCE pressionam os rendimentos globais.
Inflação nos Estados Unidos, decisão do BCE e fatores domésticos estão no radar dos investidores no Brasil.
Conflito entre Estados Unidos e Irã pressiona o petróleo, enquanto cenário eleitoral brasileiro pode sustentar ativos locais.
Moeda americana oscilava em queda no mercado à vista, enquanto investidores acompanhavam a guerra no Oriente Médio e o cenário eleitoral brasileiro.
Moeda brasileira teve o segundo melhor desempenho entre 33 moedas líquidas, enquanto investidores avaliaram uma disputa presidencial mais acirrada.
Mercados fecharam perto da estabilidade, enquanto petróleo se aproximou de US$ 100 e investidores aguardaram decisões do BCE.
Empate entre Lula e Flávio Bolsonaro pode favorecer ativos locais, enquanto ataques no Oriente Médio pressionam o petróleo e ampliam a aversão a risco.