O anúncio do reajuste do Bolsa Família pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva provocou uma reação negativa inicial nos mercados. A medida foi divulgada 17 dias antes das eleições, período em que investidores passaram a avaliar possíveis efeitos na corrida eleitoral e na percepção de risco fiscal.
A expectativa na Faria Lima era de que o governo não anunciasse um ajuste tão perto do primeiro turno. Por isso, a reação imediata atingiu todos os ativos, segundo o cenário descrito no mercado financeiro.
Ao longo do dia, porém, a intensidade do movimento diminuiu. Um ambiente externo mais favorável à tomada de risco ajudou a orientar novamente os negócios e reduziu a força da reação inicial ao anúncio.
O reajuste foi anunciado pelo governo na manhã de ontem. A medida ocorreu durante a gestão de Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, e passou a ser acompanhada pelos investidores tanto pelos possíveis impactos eleitorais quanto pela avaliação das contas públicas.







