As bolsas internacionais começaram a semana em alta, apoiadas pelo interesse renovado dos investidores em inteligência artificial. O petróleo, por outro lado, recuou com relatos de que a oferta vinda do Golfo está acima do previsto, mesmo com a continuidade do conflito entre Estados Unidos e Irã.
No exterior, o encontro entre Donald Trump e Xi Jinping também está no radar. Os presidentes dos Estados Unidos e da China devem se reunir em Washington na quinta-feira. Há ainda expectativa por negociações entre Trump e líderes do Golfo durante a Assembleia Geral da ONU, em Nova York, nesta semana.
Por volta das 8h, o contrato futuro do S&P 500 avançava 0,72%, enquanto o Nasdaq subia 1,13%. Na Europa, o Stoxx 600 registrava alta de 1,09%. O rendimento dos Treasuries de dez anos caiu de 4,997% para 4,958%.
O Brent para novembro recuava 2,53%, cotado a US$ 101,25 por barril. O WTI para outubro tinha queda de 3,13%, a US$ 97,16. O movimento ocorria mesmo após ataques dos Houthis, grupo extremista do Iêmen apoiado pelo Irã, contra a capital da Arábia Saudita no fim de semana.
Agenda brasileira
No Brasil, os investidores acompanham uma nova rodada de pesquisas eleitorais e os desdobramentos da crise no Supremo Tribunal Federal. As sondagens mais recentes indicaram empate técnico entre o presidente Lula (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) em uma eventual disputa de segundo turno.
AtlasIntel e Datafolha têm novas pesquisas previstas para quarta-feira (23) e quinta-feira (24), respectivamente. Os resultados podem afetar o comportamento dos ativos. O levantamento do Datafolha também terá perguntas sobre a atuação do STF e a avaliação do trabalho dos ministros.
A agenda econômica inclui a divulgação da ata do Copom, do Relatório de Política Monetária e do IPCA-15 de setembro. Os documentos são acompanhados ao longo da semana, assim como os dados eleitorais.







