Poços de Caldas, Segunda-feira, 21 de setembro de 2026
A próxima viagem começa aqui
Minas Gerais movimenta R$ 165,9 bilhões em compras corporativas em 2025
Câmbio e custos

Minas Gerais movimenta R$ 165,9 bilhões em compras corporativas em 2025

Levantamento da Qive aponta São Paulo como principal fornecedor de mercadorias para empresas mineiras, com R$ 45,13 bilhões.

Empresas de Minas Gerais movimentaram cerca de R$ 165,9 bilhões em compras corporativas em 2025, segundo levantamento da Qive. São Paulo foi o principal fornecedor, com R$ 45,13 bilhões em mercadorias destinadas ao estado mineiro.

O estudo analisou 183,1 milhões de notas fiscais de transações entre empresas realizadas em 2025. Juntas, as operações somaram R$ 1,6 trilhão. Como esta foi a primeira edição do levantamento, não há comparação com anos anteriores.

Fluxo entre Minas Gerais e São Paulo

Minas Gerais também aparece entre os principais fornecedores de São Paulo. As empresas mineiras enviaram R$ 31,84 bilhões em mercadorias ao estado vizinho, o que colocou Minas na segunda posição entre os fornecedores paulistas.

São Paulo movimentou cerca de R$ 224 bilhões em compras fora de suas divisas. Desse total, R$ 145,2 bilhões, ou 64,7%, vieram de Minas Gerais, Santa Catarina, Amazonas, Rio de Janeiro e Paraná. Os demais valores foram de R$ 34,23 bilhões, R$ 27,78 bilhões, R$ 27,54 bilhões e R$ 23,78 bilhões, respectivamente.

Varejo lidera as compras em Minas

Varejo, indústria e serviços concentraram os maiores volumes de compras corporativas em Minas Gerais. Os três setores somaram cerca de R$ 170,3 bilhões: R$ 72,5 bilhões no varejo, R$ 57,9 bilhões na indústria e R$ 35,5 bilhões em serviços.

Também foram registrados R$ 7,7 bilhões em infraestrutura, R$ 2,7 bilhões em saúde e farmacêutico, R$ 1,7 bilhão no agronegócio e R$ 1,6 bilhão em energia. O setor público movimentou R$ 847,4 milhões, enquanto tecnologia alcançou R$ 757,7 milhões.

Para Vitor de Araujo, cofundador e head de AI Lab da Qive, a reforma tributária pode mudar essa dinâmica quando for consolidada. Na avaliação dele, o fim da guerra fiscal e a tributação no destino devem alterar os fluxos interestaduais de abastecimento.

Texto produzido pela Redação Trilha de Viagem com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

NewsletterCinco leituras por manhã.

Mais lidos

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5