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Satisfação com o trabalho chega a 78,1% entre trabalhadores, aponta FGV
Câmbio e custos

Satisfação com o trabalho chega a 78,1% entre trabalhadores, aponta FGV

Pesquisa também mostra que 54,1% não teriam acesso a programas do governo ou benefícios sociais após perder a principal renda.

A satisfação com o trabalho atual alcançou 78,1% no trimestre encerrado em agosto de 2026, segundo a Sondagem de Mercado de Trabalho do FGV Ibre. O índice voltou a crescer nos últimos dois meses, depois de quatro quedas consecutivas. A parcela de trabalhadores insatisfeitos ou muito insatisfeitos ficou em 7,5%.

Entre os insatisfeitos, a remuneração baixa foi o motivo mais citado, com 52,5% das respostas na média encerrada em agosto. A carga horária elevada apareceu em seguida, com 20,2%, enquanto a saúde mental foi mencionada por 13,8%. Era possível escolher mais de uma alternativa, portanto os percentuais não totalizam 100%.

Percepção sobre a proteção social

A pesquisa também avaliou como os trabalhadores se sentiriam diante da perda do principal emprego ou da fonte de renda. Para 39,9%, a sensação seria de estar muito desprotegido; 29,7% se consideraram parcialmente desprotegidos. Outros 30,4% disseram se sentir protegidos.

Na comparação com o trimestre encerrado em julho, aumentaram as parcelas dos que se veem muito desprotegidos, de 39,0% para 39,9%, e protegidos, de 29,1% para 30,4%. Já o grupo parcialmente desprotegido caiu de 31,8% para 29,7%.

Quando perguntados se teriam acesso a programas do governo ou benefícios sociais em caso de perda do emprego ou da principal fonte de renda, 45,9% responderam que sim e 54,1% disseram que não. Em julho, os resultados eram 45,3% e 54,7%, respectivamente.

Risco de perda de renda

A possibilidade de perder o principal emprego ou a fonte de renda nos seis meses seguintes foi classificada como muito improvável ou improvável por 60,5% dos trabalhadores. Outros 12,2% consideraram provável ou muito provável, enquanto 27,4% não souberam responder.

No trimestre encerrado em julho, 59,3% não viam esse risco, 12,1% o consideravam provável e 28,6% não souberam dizer.

Para Rodolpho Tobler, superintendente adjunto do FGV Ibre, o resultado indica que o mercado de trabalho segue resiliente, embora haja sinais de desaceleração. “Esse resultado reforça a sinalização sobre o mercado de trabalho atual”, afirmou em comunicado.

Texto produzido pela Redação Trilha de Viagem com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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