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Serviços avançam em julho, mas Minas ainda recua 0,5% no ano
Câmbio e custos

Serviços avançam em julho, mas Minas ainda recua 0,5% no ano

Alta mensal foi de 1% em Minas, enquanto o turismo acumula queda de 4% entre janeiro e julho de 2026.

O volume de serviços em Minas Gerais avançou 1% em julho de 2026 na comparação com junho. O resultado ficou acima do desempenho nacional, que permaneceu estável, com 0%. Na comparação com julho de 2025, a alta mineira foi de 1,3%, conforme a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Mesmo com os resultados positivos, o estado acumula queda de 0,5% no volume de serviços entre janeiro e julho, na comparação com o mesmo período de 2025. O índice mostra redução gradual das perdas: o recuo era de 1,1% de janeiro a maio e havia ficado em 0,8% no primeiro semestre.

Segmentos que influenciaram o resultado

Na comparação entre julho de 2026 e julho de 2025, os serviços de informação e comunicação tiveram alta de 6,2% e foram o principal destaque positivo em Minas. Também cresceram os serviços profissionais, administrativos e complementares, com 2,3%, e os prestados às famílias, com 1,7%.

Na direção oposta, os serviços de transportes e correios recuaram 1,7%, enquanto a categoria de outros serviços caiu 2,6%. No acumulado do ano, as maiores retrações foram registradas nos serviços de transportes, com -3,1%, nos profissionais e administrativos, com -2,4%, e nos prestados às famílias, com -0,6%.

A economista Fernanda Gonçalves, do Núcleo de Estudos Econômicos da Fecomércio MG, afirmou que o peso dos transportes no índice contribui para limitar o resultado final. Para Vinícius Carlos Silva, economista da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Estado de Minas Gerais (FCDL-MG), a diferença entre Minas, com retração de 0,5%, e o Brasil, com avanço de 1,9%, indica uma recuperação desigual.

Turismo tem queda no acumulado

As atividades turísticas em Minas Gerais acumulam baixa de 4% entre janeiro e julho de 2026. O estado esteve entre os que mais contribuíram para a retração nacional de 1% no segmento. São Paulo teve impacto de -1,3%, seguido por Minas Gerais, com -4%, Pernambuco, com -7,9%, Paraná, com -5,3%, e Ceará, com -8,6%.

Apesar do resultado acumulado, o volume de atividades turísticas mineiro cresceu 2,8% em julho, na comparação com junho. Silva relacionou o avanço às férias escolares e defendeu políticas regionais para fortalecer o setor, ampliar a divulgação dos atrativos e trabalhar os custos ligados à atividade turística.

Texto produzido pela Redação Trilha de Viagem com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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