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Priscila Senna leva o brega pernambucano ao Rock in Rio pela primeira vez
Cultura

Priscila Senna leva o brega pernambucano ao Rock in Rio pela primeira vez

Cantora apresentou o espetáculo “No Alto da Minha História” no Palco Favela e homenageou Reginaldo Rossi.

A cantora pernambucana Priscila Senna estreou no Rock in Rio nesse sábado (12), no Palco Favela, com uma apresentação criada especialmente para o festival. O show começou às 16h50 e marcou a primeira presença do brega nordestino no line-up do evento.

Com o espetáculo “No Alto da Minha História”, Priscila combinou música, dança, cenografia, recursos audiovisuais e trocas de figurino para apresentar momentos de sua trajetória artística. A estrutura da performance acompanhou esse percurso, dos primeiros palcos da periferia do Recife à participação no festival.

A organização dos músicos também fazia parte da narrativa. A banda ficou na parte inferior do palco, em referência às raízes da cantora, enquanto a formação clássica ocupou um nível acima. Priscila permaneceu no ponto mais alto do cenário, representando a ascensão de sua carreira.

Durante o show, a artista falou sobre representar o brega de Pernambuco e suas origens no Rock in Rio: “Estou muito feliz de estar aqui representando o brega de Pernambuco, de Recife, pela primeira vez no Rock in Rio. Sendo a primeira a estar aqui nesse palco maravilhoso. Muito, muito, muito obrigada! O brega venceu”.

Repertório e homenagem

O repertório reuniu diferentes fases da carreira de Priscila Senna, com músicas como “Alvejante”, “Novo Namorado”, “Cachorro Combina com Cadela” e “Rei das Mentiras”. A apresentação também incluiu trabalhos recentes, entre eles “Não Me Faça Chorar”, parceria com Pablo; “Cheio de Vontade”, com Anitta; “Pote de Ouro”, com Liniker; e “Doce Mel”, com Gusttavo Lima.

A cantora ainda homenageou Reginaldo Rossi, um dos principais representantes do brega pernambucano. Ela interpretou “Leviana”, “Garçom” e “Em Plena Lua de Mel”.

Para André Gress, diretor criativo e roteirista do espetáculo, a proposta foi preservar as características do gênero, sem transformá-lo para se adaptar ao festival. “A nossa escolha foi não tentar transformar o brega em outra coisa para caber no Rock in Rio. Pelo contrário: foi mostrar a força que ele já tem”, afirmou.

A preparação para a apresentação foi registrada no minidocumentário “Do Recife ao Rock in Rio”, que acompanha a história da cantora no Recife e os bastidores da criação do espetáculo.

Texto produzido pela Redação Trilha de Viagem com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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