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Inventário de árvores de Goiânia segue sem revisão desde 2007
Brasil

Inventário de árvores de Goiânia segue sem revisão desde 2007

Plano atualizado em 2024 definiu critérios para o manejo de gameleiras e outras espécies na capital goiana.

A revisão do Plano Diretor de Arborização Urbana (PDAU), feita em 2024, passou a estabelecer critérios técnicos para o manejo de gameleiras e de outras espécies na capital. Mesmo com a atualização da legislação, a Agência Municipal do Meio Ambiente (Amma) informa que o inventário de árvores não recebe uma nova contagem desde 2007.

O plano prevê a substituição de Fícus/Gameleiras (Ficus sp.) e Mongubas (Pachira aquatica), além de outras árvores que possam oferecer riscos à infraestrutura urbana, à saúde pública ou à fauna. Entre os critérios estão a vulnerabilidade a pragas e doenças e a fragilidade estrutural de determinadas espécies.

A Amma cita características específicas de algumas árvores. A Sibipiruna é apontada como vulnerável ao ataque de cupins. O Flamboyant tem sistema radicular superficial e agressivo, com possibilidade de provocar danos a calçadas, redes e edificações. No caso das gameleiras, o sistema radicular é considerado agressivo e invasor.

O levantamento disponível

No último levantamento do PDAU, Goiânia tinha 950 mil árvores em vias urbanas. Desse total, 43 eram gameleiras. O registro foi feito quando 70 bairros foram mapeados; atualmente, a capital tem 700.

A expansão da cidade ocorreu desde então, e parte das gameleiras identificadas caiu ou foi retirada. Na atual gestão de Sandro Mabel, uma gameleira foi retirada na Avenida Araguaia. Na gestão anterior, outra remoção ocorreu na rua 143, no setor Marista.

Texto produzido pela Redação Trilha de Viagem com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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