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Silvicultura em Goiás recua ao menor nível da série desde 2017
Brasil

Silvicultura em Goiás recua ao menor nível da série desde 2017

Estado tinha 106,4 mil hectares de florestas plantadas em 2025, enquanto a área nacional cresceu 4,8%.

Rio Verde concentrou a maior área de silvicultura de Goiás em 2025, com 9,5 mil hectares, todos destinados ao cultivo de eucalipto. O município tinha 9,8 mil hectares em 2024, uma redução de 3%. Catalão, com 8,8 mil hectares, e Niquelândia, com 6,5 mil hectares, aparecem na sequência.

Chapadão do Céu registrou 5 mil hectares, enquanto Mineiros e Jataí tinham 4 mil hectares cada. Nesses três municípios, os números permaneceram iguais aos de 2024. Entre as quedas mais acentuadas, Ipameri passou de 6 mil para 2 mil hectares. Em Campo Alegre de Goiás, a área recuou de 5,2 mil para 2 mil hectares no mesmo intervalo.

Eucalipto lidera as áreas cultivadas

O eucalipto ocupava 96,8 mil hectares em Goiás em 2025, o equivalente a 91% da área destinada à silvicultura no Estado. Em 2024, eram 113,8 mil hectares, queda de 14,9%.

O pinus, segunda espécie com maior área identificada individualmente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), também diminuiu. A área passou de 4,9 mil hectares em 2024 para 4,6 mil hectares em 2025, retração de 4,5%.

Redução supera a registrada no país

A área total de florestas plantadas em Goiás caiu de 123,2 mil para 106,4 mil hectares entre 2024 e 2025. A redução foi de 16,8 mil hectares, ou 13,6%, a maior entre os estados brasileiros, conforme a Pesquisa da Produção da Extração Vegetal e da Silvicultura (PEVS), do IBGE.

O resultado estadual ocorreu em sentido oposto ao nacional. No Brasil, a área cresceu 4,8%, passando de 9,9 milhões para 10,4 milhões de hectares. As outras maiores quedas estaduais foram registradas na Paraíba, com 12,6%, e no Espírito Santo, com 12,3%.

A série histórica do IBGE mostra que Goiás tinha 177,5 mil hectares em 2017 e chegou a 178,4 mil hectares no ano seguinte. Em 2025, o total havia recuado para 106,4 mil hectares. A PEVS acompanha a extensão das áreas plantadas e a produção desses cultivos, usando os municípios como unidade de coleta em todo o país.

Texto produzido pela Redação Trilha de Viagem com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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