Poços de Caldas, Segunda-feira, 21 de setembro de 2026
A próxima viagem começa aqui
Bolsas europeias fecham em alta com recuo do petróleo e avanço dos bancos
Foto: Nathan Laine/Bloomberg
Câmbio e custos

Bolsas europeias fecham em alta com recuo do petróleo e avanço dos bancos

Stoxx 600 subiu 0,48%, enquanto setores bancário, de luxo e de tecnologia ficaram entre os melhores desempenhos do pregão.

As bolsas europeias terminaram a sexta-feira (11) em alta, apoiadas pelo recuo nos preços do petróleo e pelo desempenho do setor bancário. O movimento acompanhou a melhora do apetite por risco observada também nas bolsas de Nova York, apesar das apostas maiores em uma alta de juros pelo Federal Reserve (Fed) na próxima reunião.

O índice pan-europeu Stoxx 600 avançou 0,48%, aos 639,05 pontos. Em Frankfurt, o DAX subiu 0,82%, para 25.568,56 pontos. O FTSE 100, de Londres, ganhou 0,39%, aos 10.650,44 pontos, enquanto o CAC 40, de Paris, teve alta de 0,78%, aos 8.179,77 pontos.

Entre os segmentos com melhor desempenho, o setor bancário avançou 1,33%, seguido pelos setores de luxo, com alta de 1,01%, e de tecnologia, que subiu 0,85%.

Petróleo e juros no radar

A queda do petróleo ocorreu em um movimento de realização de lucros, mas o barril continua em níveis elevados. A trajetória mantém os receios de inflação nas economias desenvolvidas, enquanto a guerra entre os Estados Unidos e o Irã não apresenta sinais de arrefecimento.

O Banco Central Europeu (BCE) elevou os juros e revisou para cima as projeções de inflação e crescimento na zona do euro. Com isso, o mercado passou a considerar novas restrições monetárias no curto prazo.

Economistas do Goldman Sachs afirmaram que esperam mais uma elevação de 25 pontos-base na taxa de depósito do BCE em dezembro, para 2,75%. O banco também avalia que há pouca resistência para uma alta dos juros até 3%.

A instituição considera possível um aumento já em outubro se continuarem as pressões sobre os preços de energia, se os dados de inflação de setembro vierem acima do esperado ou se surgirem sinais de efeitos secundários nas pesquisas do BCE. Uma inflação mais forte nos Estados Unidos também poderia levar o Fed a elevar as taxas.

Texto produzido pela Redação Trilha de Viagem com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

NewsletterCinco leituras por manhã.

Mais lidos

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5