O mercado brasileiro de câmbio destoava da valorização do dólar no exterior no início do pregão desta sexta-feira. A moeda americana avançava diante de divisas de países desenvolvidos e emergentes, mas operava perto da estabilidade no Brasil.
Por volta de 9h25, o dólar à vista subia 0,04%, a R$ 5,1408. No mercado futuro, a cotação para outubro tinha alta de 0,26%, a R$ 5,1535. O euro comercial, por outro lado, recuava 0,17%, a R$ 5,8886.
A pressão internacional aparecia com mais intensidade sobre o iene, que perdia cerca de 1% ante o dólar. O movimento ocorria mesmo após o Banco do Japão elevar os juros básicos de 1% a 1,25%.
Cenário externo e eleições
O índice DXY, referência para a força do dólar diante de seis moedas pares, subia 0,28%, a 100,52 pontos. Entre moedas de países emergentes, a divisa americana avançava 0,19% contra o peso mexicano e 0,23% ante o rand sul-africano.
No Brasil, os investidores acompanhavam o cenário eleitoral e os dados da pesquisa Datafolha divulgada ontem (17). O levantamento apontou empate técnico entre o presidente Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em uma simulação de segundo turno. A queda de mais de 1% nas taxas também estava no radar do mercado.







