O Grupo Casas Bahia informou à B3 que, até o momento, a investigação conduzida por um comitê independente não encontrou sinais de participação da varejista ou de seus executivos em possíveis irregularidades na liberação de créditos de ICMS em São Paulo.
A apuração foi criada pelo conselho da companhia depois que o caso veio a público. O comitê foi formalizado em 17 de abril de 2026, conta com assessoria externa e ainda não encerrou os trabalhos.
Investigação em andamento
A empresa afirmou que soube das investigações pela imprensa em março. Desde então, segundo o grupo, não recebeu intimação, pedido de informações ou outra comunicação oficial das autoridades responsáveis.
O caso está relacionado à Operação Ícaro, conduzida pelo Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP). Em resposta a um ofício da B3, a varejista declarou que não foram identificados fatos que indiquem a prática de ilícitos pela companhia ou por seus administradores.
Dona das marcas Casas Bahia e Ponto Frio, a empresa também afirmou que rejeita a concessão ou o pagamento de vantagens indevidas a agentes públicos. O grupo disse manter programas permanentes de governança e políticas de conformidade.
Quando a análise for concluída, o Grupo Casas Bahia afirmou que divulgará aos acionistas e ao mercado as informações cabíveis sobre os resultados do comitê.







