O dólar à vista fechou em alta de 0,48% no Brasil, cotado a R$ 5,1930, em uma sessão de pressão sobre moedas de mercados emergentes. A cotação oscilou entre R$ 5,1655, na mínima, e R$ 5,2015, na máxima.
O Banco Central voltou a atuar no mercado para oferecer liquidez no fim de trimestre. A instituição vendeu US$ 1 bilhão por meio de linha, operação que envolve a venda de dólares com compromisso de recompra.
No cenário doméstico, o quadro eleitoral não apresentou nenhum novo fator para a dinâmica do câmbio. O movimento acompanhou o ambiente externo observado na sessão de ontem, com ativos considerados mais arriscados entre os mais pressionados. As moedas de mercados emergentes ficaram entre as mais afetadas na relação das 33 mais líquidas.
O euro comercial também avançou e terminou negociado a R$ 5,9080, com alta de 0,42%.
No exterior, o dólar subiu 2,09% ante o peso colombiano, 1,19% contra o peso mexicano e 0,53% em relação ao rand sul-africano. Perto das 17h15, o índice DXY, que acompanha a força da moeda americana diante de uma cesta de seis moedas de mercados desenvolvidos, avançava 0,17%, aos 101,270 pontos.






