Representantes econômicos de presidenciáveis defenderam o controle de gastos, mas apresentaram visões diferentes sobre as medidas necessárias e o futuro da Previdência. A discussão ocorreu durante sabatina promovida por Valor, O Globo e rádio CBN, sem a participação da campanha de Flávio Bolsonaro (PL), que recusou o convite.
A desvinculação dos benefícios previdenciários do salário mínimo foi o principal ponto de divergência. Kim Kataguiri, representante de Renan Santos (Missão), apoiou a medida. Dario Durigan, ministro da Fazenda e porta-voz do presidente Lula (PT), afirmou que o assunto não está em discussão.
Carlos da Costa, que representou Romeu Zema (Novo), citou a desvinculação como uma possibilidade para diminuir o déficit da Previdência, mas avaliou que o debate ainda não está maduro. Roberto Brant, representante de Ronaldo Caiado (PSD), também criticou a vinculação dos benefícios.
Já Luiz Carlos Hauly, que representou Augusto Cury (Avante), apontou a arrecadação como o maior problema da Previdência. Apesar da defesa de um controle de despesas, os participantes deram poucos detalhes sobre quais medidas poderiam ser adotadas.







