Poços de Caldas, Segunda-feira, 21 de setembro de 2026
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Economistas de presidenciáveis divergem sobre gastos e Previdência
Foto: Ana Paula Paiva/Valor
Câmbio e custos

Economistas de presidenciáveis divergem sobre gastos e Previdência

Representantes defenderam controle de despesas, mas discordaram sobre benefícios previdenciários e medidas para reduzir o déficit.

Representantes econômicos de presidenciáveis defenderam o controle de gastos, mas apresentaram visões diferentes sobre as medidas necessárias e o futuro da Previdência. A discussão ocorreu durante sabatina promovida por Valor, O Globo e rádio CBN, sem a participação da campanha de Flávio Bolsonaro (PL), que recusou o convite.

A desvinculação dos benefícios previdenciários do salário mínimo foi o principal ponto de divergência. Kim Kataguiri, representante de Renan Santos (Missão), apoiou a medida. Dario Durigan, ministro da Fazenda e porta-voz do presidente Lula (PT), afirmou que o assunto não está em discussão.

Carlos da Costa, que representou Romeu Zema (Novo), citou a desvinculação como uma possibilidade para diminuir o déficit da Previdência, mas avaliou que o debate ainda não está maduro. Roberto Brant, representante de Ronaldo Caiado (PSD), também criticou a vinculação dos benefícios.

Já Luiz Carlos Hauly, que representou Augusto Cury (Avante), apontou a arrecadação como o maior problema da Previdência. Apesar da defesa de um controle de despesas, os participantes deram poucos detalhes sobre quais medidas poderiam ser adotadas.

Texto produzido pela Redação Trilha de Viagem com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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