A possibilidade de o Produto Interno Bruto (PIB) do país registrar uma variação anual inferior a 2% em 2026 não foi descartada por Claudio Considera, economista da Fundação Getulio Vargas (FGV) responsável pelo Monitor do PIB.
O indicador, que acompanha mensalmente o ritmo da economia, caiu 0,4% em julho na comparação com o mês anterior. Com isso, chegou ao segundo resultado negativo consecutivo: em junho, havia recuado 1% ante maio.
Para Considera, o novo desempenho confirma a desaceleração da economia. O economista, porém, não classificou o quadro como recessão. “Desaceleração sim recessão não”, afirmou.
O Monitor do PIB é elaborado pela FGV e busca mapear a cadência mensal da atividade econômica. A leitura de julho sustenta a avaliação de perda de ritmo e mantém em aberto a possibilidade de um crescimento anual abaixo de 2% no PIB de 2026.







