A crise no Supremo Tribunal Federal (STF) passou a ocupar espaço central nos discursos dos principais nomes da corrida presidencial. Às vésperas da eleição, Flávio Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva adotaram estratégias diferentes para tratar do futuro da Corte.
Flávio é investigado em um inquérito sobre repasses de Daniel Vorcaro para o financiamento de Dark Horse. Diante disso, repete a acusação de perseguição e busca dialogar com uma parcela do eleitorado ao se apresentar como alguém capaz de alterar a composição do tribunal.
Lula, por sua vez, tenta responder à associação entre seu governo e o ministro do STF Alexandre de Moraes. O petista incorporou a reforma do Judiciário às propostas de campanha e defende a criação de mandatos para novos integrantes do Supremo.
Para analistas, o debate se tornou incontornável no período que antecede a eleição e expõe os efeitos da polarização sobre a Corte, com prejuízos institucionais.







