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Goiás alcança R$ 72,7 bilhões na produção agrícola em 2025
Câmbio e custos

Goiás alcança R$ 72,7 bilhões na produção agrícola em 2025

Estado teve a maior área plantada da série histórica, com recordes em soja, milho, sorgo, girassol e tomate.

A produção agrícola de Goiás alcançou R$ 72,7 bilhões em 2025, alta de 20,3% em relação ao ano anterior. Com o resultado, o estado subiu da sexta para a quinta posição no ranking nacional, ultrapassando o Rio Grande do Sul.

A área plantada também atingiu o maior nível desde o início da série histórica da Produção Agrícola Municipal (PAM), em 1988. Foram cultivados 9,4 milhões de hectares, crescimento de 5,8% sobre 2024. Em 2019, a área era de 6,7 milhões de hectares.

Municípios com maior área plantada

Rio Verde liderou entre os municípios, com 854,6 mil hectares, seguido por Jataí, com 661,6 mil hectares. Cristalina registrou 571,9 mil hectares, e Mineiros, 346,8 mil hectares. Cristalina teve a maior expansão do grupo, de 3,12%.

A soja ocupou 5,12 milhões de hectares, contra 4,94 milhões no período anterior, avanço de 3,5%. A colheita chegou a 20,30 milhões de toneladas, alta de 19,6% ante 16,97 milhões.

No milho, a área plantada passou de 2,12 milhões para 2,37 milhões de hectares, aumento de 11,6%. A produção alcançou 15,95 milhões de toneladas, acima das 12,8 milhões registradas em 2024, crescimento de 24,6%.

Goiás manteve a liderança nacional no sorgo. A produção chegou a 1,78 milhão de toneladas, com avanço de 17,7%, enquanto a área destinada à colheita cresceu 11,1%. Cristalina produziu 272 mil toneladas, Rio Verde, 130,9 mil, e Silvânia, 90 mil toneladas.

Girassol, tomate e cana-de-açúcar

Goiás reúne nove dos dez municípios com maior produção de girassol no país. Ipameri ficou na liderança, com 13.008 toneladas, seguido por Morrinhos, com 8.358 toneladas, e Rio Verde, com 7.105 toneladas. No estado, a produção aumentou 17,5%, de 70,2 mil para 82,5 mil toneladas.

Silvânia assumiu a primeira posição nacional no tomate, com 361 mil toneladas e crescimento de 77,3% sobre 2024. Cristalina ficou em segundo, com 277,5 mil toneladas. No total, Goiás produziu 1,65 milhão de toneladas, ante 820,8 mil toneladas de São Paulo e 585,2 mil toneladas de Minas Gerais.

Na cana-de-açúcar, Quirinópolis produziu 7,65 milhões de toneladas e foi o principal produtor de Goiás, além de ocupar a terceira posição no país. Mineiros ficou em décimo lugar nacional, com 4,83 milhões de toneladas. Itumbiara, Goiatuba e Chapadão do Céu também se destacaram.

Valor por cultura

A soja respondeu por R$ 37,7 bilhões do valor agrícola estadual. O milho somou R$ 13,7 bilhões, e a cana-de-açúcar, R$ 11,5 bilhões. O tomate movimentou R$ 1,6 bilhão, enquanto o sorgo alcançou R$ 1,2 bilhão. O café arábica teve crescimento de 68,7% no valor da produção.

Rio Verde produziu 1,67 milhão de toneladas de soja, alta de 6,3%. Jataí chegou a 1,46 milhão, com crescimento de 24,6%, e Cristalina registrou 1,26 milhão, retração de 5,1%. Caiapônia avançou 48,2%, alcançando 684,6 mil toneladas. No milho, Rio Verde produziu 2,67 milhões de toneladas, e Jataí, 2,02 milhões.

Texto produzido pela Redação Trilha de Viagem com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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