SANTA RITA DO SAPUCAÍ — O HackTown deve receber mais de 15 mil pessoas neste ano e conectar empresas da cidade a clientes, parceiros e novos negócios. O festival nasceu no Instituto Nacional de Telecomunicações (Inatel), a partir da iniciativa de estudantes que buscavam criar um espaço de debate sobre tecnologia, sociedade, cultura e lazer.
Ao longo de cinco dias, o campus do Inatel terá palestras, laboratórios temáticos e de pesquisa abertos à visitação. Também será realizada a área HackTown Startups, voltada ao desenvolvimento de negócios em uma parceria entre o instituto e a organização do evento.
Participação do Inatel
O professor e diretor do Inatel, Carlos Nazareth, afirma que a instituição leva ao festival conteúdos sobre tendências tecnológicas, mercado e uso de tecnologia em diferentes setores econômicos do país. Os temas também abordam eficiência e rentabilidade para empresas.
A estrutura do instituto será usada pelas atividades do evento. Empresas incubadas e parceiras poderão receber clientes, parceiros, amigos e convidados, enquanto os laboratórios de pesquisa estarão disponíveis para visitação.
Para Nazareth, o efeito do festival continua depois do encerramento. Pessoas que conhecem Santa Rita do Sapucaí durante o HackTown podem retornar após identificar soluções e empresas capazes de atender a suas demandas.
Entre os segmentos citados pelo professor estão transmissão de televisão, telecomunicações, equipamentos eletromédicos, segurança patrimonial e sensores para a indústria de transformação. A aproximação faz com que visitantes considerem empresas da cidade como possíveis fornecedoras e parceiras no desenvolvimento de negócios.
Segundo Nazareth, esse movimento amplia a rede de influência de Santa Rita do Sapucaí e envolve escolas, instituições de ensino superior e empresas locais.






