Poços de Caldas, Segunda-feira, 21 de setembro de 2026
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Inflação e caso Master orientam mercados nesta sexta-feira
Câmbio e custos

Inflação e caso Master orientam mercados nesta sexta-feira

IPCA brasileiro, CPI dos Estados Unidos e apostas eleitorais influenciam câmbio, juros e ações ao longo do dia.

Os mercados brasileiros entram nesta sexta-feira sob influência de três fatores: a divulgação de dados de inflação, a repercussão política do caso Master e a mudança nas apostas para a eleição presidencial de outubro. No exterior, investidores realizam lucros após uma sessão marcada pela alta do petróleo e dos juros americanos de longo prazo.

O índice de preços ao consumidor dos Estados Unidos, conhecido como CPI, referente a agosto, será acompanhado por indicar o rumo das apostas sobre uma possível elevação dos juros americanos na próxima semana pelo Federal Reserve. A mediana das projeções de analistas ouvidos pelo Wall Street Journal aponta alta de 0,4% no índice cheio em agosto e de 3,4% em 12 meses.

Para o núcleo do indicador, que exclui itens mais voláteis, a expectativa é de avanço de 0,2% entre julho e agosto e de 2,4% em 12 meses. O resultado representaria uma desaceleração em relação aos 2,5% registrados em julho. A divulgação pode elevar a volatilidade dos mercados globais durante a manhã.

Brasil combina política e inflação

No Brasil, o IPCA de agosto também está no centro das atenções. Investidores esperam deflação de 0,28%, atribuída ao bônus de Itaipu. Eventuais impactos sobre os ativos, porém, tendem a ficar concentrados no mercado de NTN-B e na ponta curta da curva de juros futuros.

A retirada do sigilo de processos do caso Master no Supremo Tribunal Federal (STF) deve influenciar a leitura dos participantes do mercado sobre a eleição presidencial de outubro. Ontem, plataformas de mercados preditivos, proibidas no Brasil, passaram a indicar Flávio Bolsonaro como favorito na disputa pelo Planalto.

O movimento ajudou a impulsionar os ativos brasileiros, principalmente as ações, que se descolaram do desempenho negativo dos mercados internacionais. Nesta sexta-feira, no entanto, a realização de lucros no exterior pode repercutir no Brasil, dependendo também do noticiário político.

Por volta das 7h50 (de Brasília), a taxa da T-note de dez anos recuava 2,2 pontos-base, para 4,947%. O petróleo Brent para entrega em novembro caía 3,80%, a US$ 103,54 por barril, na Intercontinental Exchange (ICE), depois de os preços da commodity terem subido 7% na sessão anterior.

Texto produzido pela Redação Trilha de Viagem com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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