Pesquisas realizadas em agosto indicam que argentinos avaliam de forma menos favorável a economia sob o governo de Javier Milei, apesar da redução da inflação. A queda no consumo aparece como um fator importante — e negativo — para a desaceleração dos preços.
Em discurso recente na conferência do Conselho das Américas, Milei afirmou que o país estaria sendo reconstruído e destacou a redução da inflação e da pobreza. O presidente também citou níveis “historicamente altos” de consumo privado, PIB e exportações.
A percepção apontada pelas pesquisas contrasta com a avaliação positiva apresentada pelo governo sobre o modelo econômico adotado. Os levantamentos evidenciam o desafio de transformar a estabilização da economia em melhorias percebidas pela população.
Milei classificou o desempenho de sua gestão como um “sucesso do modelo de crescimento econômico”. Ao mesmo tempo, os resultados das pesquisas mostram que a leitura dos argentinos não acompanha integralmente o discurso oficial sobre a economia do país.







