Os juros futuros fecharam a segunda-feira em queda forte na maior parte da curva a termo, com exceção das taxas de curtíssimo prazo. O movimento foi apoiado pela avaliação de que uma vitória da oposição nas eleições presidenciais de outubro voltou a ganhar força, reduzindo os prêmios de risco.
O cenário internacional também favoreceu os negócios. Os preços do petróleo recuaram fortemente, enquanto as taxas futuras de mercados desenvolvidos registraram queda generalizada. Esse ambiente contribuiu para o desempenho dos contratos de Depósito Interfinanceiro (DI).
A taxa do DI com vencimento em janeiro de 2027 passou de 13,555%, no ajuste anterior, para 13,55%. O contrato de janeiro de 2028 recuou de 13,625% para 13,53%. Já o DI de janeiro de 2029 caiu de 13,83% para 13,71%.
A queda mais intensa entre os contratos citados ocorreu no DI de janeiro de 2031, cuja taxa passou de 14,035% para 13,91%.
Mercado internacional
Perto do fim do pregão em Nova York, a taxa da T-note de dez anos caiu de 4,997% para 4,958%. Na Europa, o rendimento do Bund alemão com prazo de uma década recuou de 3,530% para 3,464%.







