Juros futuros recuam com cenário eleitoral e influência externa
Taxas caíram em quase toda a curva, em meio à queda do petróleo e dos juros futuros em mercados desenvolvidos.
Taxas caíram em quase toda a curva, em meio à queda do petróleo e dos juros futuros em mercados desenvolvidos.
Taxas curtas acompanham a alta dos juros globais, enquanto contratos longos têm apoio de apostas em mudança no cenário eleitoral.
Contratos locais tiveram pouca variação, enquanto os mercados de renda fixa dos Estados Unidos e da Europa registraram alta nos rendimentos.
Taxas recuaram no Brasil com cenário externo favorável e maior aposta em vitória da oposição nas eleições presidenciais de outubro.
Taxas acompanham o movimento externo, influenciadas pela queda do petróleo e pela expectativa sobre a política monetária.
Incertezas sobre os efeitos da disputa no STF sobre o cenário eleitoral afetaram taxas longas, mas não impediram alta da bolsa.
Taxas de longo prazo subiram após Edson Fachin determinar a quebra total do sigilo das investigações do caso Master.
Mercado reage à deflação do IPCA de agosto, enquanto dados dos Estados Unidos limitaram parte da queda nas taxas.
Taxas dos contratos de DI avançam, acompanhando a pressão externa provocada pelo petróleo e pelos rendimentos dos títulos dos EUA e da Alemanha.
Taxas de longo prazo caem, enquanto investidores reduzem prêmios de risco antes das eleições do mês que vem.