Os juros futuros encerraram a quinta-feira em queda, apesar da pressão inicial provocada pelo anúncio do reajuste dos repasses do Bolsa Família. O ambiente externo favorável à tomada de risco e a leitura de que a oposição ganhou força para as eleições presidenciais de outubro ajudaram a reduzir as taxas ao longo do pregão.
A reação ao reajuste manteve os contratos de longo prazo pressionados até meados da tarde. Depois, o movimento internacional contribuiu para a melhora dos negócios no mercado brasileiro.
A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento em janeiro de 2027 caiu de 13,59% para 13,555%. O DI de janeiro de 2028 recuou de 13,68% para 13,615%, enquanto o contrato com vencimento em janeiro de 2029 passou de 13,905% para 13,845%. Já a taxa do DI de janeiro de 2031 baixou de 14,115% para 14,06%.
Exterior
Nos Estados Unidos, o desempenho também foi positivo. O movimento recebeu apoio da queda dos juros futuros no Reino Unido, depois de o Banco da Inglaterra (BoE) manter a taxa em 3,75%.
O Gilt britânico de dez anos fechou em baixa, de 5,298% para 5,218%. No fim do pregão em Nova York, o rendimento da T-note americana com o mesmo vencimento caía de 5,023% para 4,941%.






