As operadoras de planos de saúde registraram lucro operacional de R$ 5,6 bilhões no segundo trimestre, uma queda de 11% em relação ao mesmo período do ano passado. Os dados são da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).
O lucro líquido, que inclui os ganhos financeiros, somou R$ 10,9 bilhões, recuo de 12% na mesma comparação. Já as aplicações financeiras chegaram a R$ 142,3 bilhões, alta de 9,2% sobre um ano antes.
A receita do setor foi de R$ 201, 9 bilhões no segundo trimestre, com crescimento de 8,37%. A taxa de sinistralidade ficou em 81,91%, avanço de 0,76 ponto percentual.
Operadoras com maior resultado líquido
Entre as empresas com melhor resultado líquido no período, a Bradesco registrou R$ 2 bilhões. Na sequência aparecem Amil, com R$ 960 milhões; Postal, com R$ 875 milhões; Unimed Seguros, com R$ 419 milhões; e MedSênior, com R$ 387 milhões.







