A possibilidade de reduzir o ritmo de desenvolvimento da inteligência artificial em nome da segurança pressionou, ontem, as ações de grandes empresas de tecnologia em Nova York. Companhias com negócios ligados à IA, como Nvidia, Broadcom, Intel e AMD, registraram recuo no valor de seus papéis.
O debate, porém, ultrapassou o mercado financeiro. A discussão passou a envolver o Banco Central Europeu e o Banco de Compensações Internacionais (BIS), instituição que coordena os bancos centrais globais.
A Organização das Nações Unidas (ONU), a Casa Branca e o Ministério de Segurança da China também entraram no centro das discussões sobre os próximos passos do desenvolvimento da tecnologia. A possibilidade de uma desaceleração, motivada por preocupações de segurança, alcançou empresas, autoridades monetárias e governos em diferentes regiões.
Entre as companhias afetadas estão fabricantes de chips e empresas de tecnologia associadas à expansão da inteligência artificial. O movimento das ações aparece nos gráficos mencionados na análise, enquanto o debate sobre os limites e o ritmo de avanço da IA se amplia nos Estados Unidos, na Europa e na China.







