Ibovespa fecha aos 186.596 pontos com alta de bancos e cenário eleitoral
Índice avançou 0,74% em sessão marcada por maior apetite global por risco, enquanto Vale e Petrobras recuaram.
Índice avançou 0,74% em sessão marcada por maior apetite global por risco, enquanto Vale e Petrobras recuaram.
Agenda reúne distribuição de juros, recompra de títulos, operações de energia, imóveis e mudanças em participações acionárias.
Stoxx 600 recuou 1,12% nesta sexta-feira (18), enquanto telecomunicações liderou as perdas entre os setores do índice.
Índice operava aos 184.826 pontos, enquanto Vale, Petrobras e ações cíclicas domésticas recuavam no pregão desta sexta-feira.
Papéis da mineradora registraram forte volume nesta quarta-feira, enquanto investidores não residentes reduzem posições na bolsa brasileira.
Índice avançava 0,26% pela manhã, impulsionado por Petrobras, enquanto investidores monitoravam o julgamento no Supremo Tribunal Federal.
A varejista terá até 30 de abril de 2027 ou a próxima assembleia geral ordinária para reenquadrar os papéis.
A decisão rejeitou pedidos de um acionista e determinou que a disputa seja levada à arbitragem em até 30 dias.
Índice fechou aos 185.501 pontos, pressionado por ações da Vale, bancos e Petrobras, além das incertezas sobre juros e eleições.
Possível desaceleração no desenvolvimento da inteligência artificial levou o tema a bancos centrais, à ONU e a governos.
Investidores questionam a manutenção das ofertas no celular e a capacidade das operadoras de crescer acima da inflação.
Índice fechou aos 187.207 pontos, enquanto investidores avaliaram o caso Master e as incertezas antes da divulgação de pesquisa eleitoral.
A LC 227 prevê avaliação de ativos, passivos e fundo de comércio para calcular o imposto sobre participações societárias doadas ou herdadas.
Índice subia 1,54% no início dos negócios, enquanto ações de Vale, Petrobras, BTG Pactual e Itaú tinham ganhos.
Índice de ações da MSCI sobe 1,7%, enquanto moedas registram alta após dez semanas consecutivas de valorização.
Pagamento será feito em 24 de setembro aos acionistas com posição na companhia em 29 de abril de 2026.
Soja e milho melhoraram a operação, mas cana e algodão ampliaram os riscos para a ação AGRO3 na nova safra.