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Turismo cresce 2,7% em julho, mas acumula queda de 1,0% no ano
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Turismo cresce 2,7% em julho, mas acumula queda de 1,0% no ano

Atividades turísticas avançaram frente a junho, mas recuaram na comparação anual pelo quinto mês seguido, com pressão de hotéis e transporte aéreo.

O volume das atividades turísticas no Brasil cresceu 2,7% em julho de 2026, na comparação com junho. O resultado recuperou parte da queda acumulada de 4,0% entre maio e junho, mas não interrompeu a trajetória negativa no confronto anual: houve recuo de 2,6%, o quinto consecutivo.

No acumulado entre janeiro e julho, o turismo ficou 1,0% abaixo do nível registrado no mesmo período de 2025. A redução das receitas de hotéis e das empresas de transporte aéreo de passageiros esteve entre os principais fatores de pressão sobre o resultado.

Com a alta de julho, o setor passou a operar 9,4% acima do patamar de fevereiro de 2020, antes da pandemia. Mesmo assim, permaneceu 3,8% abaixo do pico da série histórica, registrado em dezembro de 2024.

Resultados regionais

A recuperação mensal alcançou 11 dos 17 locais pesquisados. São Paulo teve a principal contribuição positiva, com alta de 3,5% frente a junho. Bahia, Paraná e Minas Gerais também avançaram, com resultados de 8,6%, 6,7% e 2,8%, respectivamente.

Ceará e Pernambuco foram os principais destaques negativos do mês, com quedas de 1,8% e 1,1%. O desempenho mostrou que a reação não ocorreu de forma uniforme entre os destinos.

Na comparação com julho de 2025, 10 dos 17 locais investigados registraram retração. São Paulo caiu 3,5%, enquanto Pernambuco e Ceará recuaram 13,7% cada. Também houve quedas no Pará, de 15,1%; no Distrito Federal, de 6,5%; e no Paraná, de 5,3%.

A Bahia teve alta de 18,6% e liderou as contribuições positivas no período. Rio de Janeiro e Minas Gerais cresceram 2,8% e 1,8%, respectivamente.

No acumulado do ano, 11 dos 17 locais pesquisados terminaram com resultados negativos. São Paulo recuou 1,3%, Minas Gerais caiu 4,0%, Pernambuco diminuiu 7,9%, Paraná teve baixa de 5,3% e Ceará, de 8,6%.

Rio de Janeiro liderou os avanços acumulados, com crescimento de 5,0%. Bahia, Espírito Santo e Rio Grande do Sul também cresceram, com altas de 5,9%, 2,3% e 0,7%.

Transportes e serviços

O transporte de passageiros avançou 2,9% em julho frente a junho, após perder 4,6% nos dois meses anteriores. O segmento ficou 1,5% acima do nível de fevereiro de 2020, mas 22,1% abaixo do recorde de fevereiro de 2014.

Na comparação anual, o transporte de passageiros caiu 7,4%, no quarto resultado negativo consecutivo. Entre janeiro e julho, a retração chegou a 3,5%. Já o transporte de cargas cresceu 1,0% no mês, recuou 1,1% frente a julho de 2025 e acumulou alta de 0,2% no ano.

O volume total de serviços ficou estável em julho. O setor permaneceu 0,2% abaixo do recorde de outubro de 2025 e 20,0% acima do nível de fevereiro de 2020. Na comparação anual, cresceu 0,9%, no 28º resultado positivo consecutivo. O avanço acumulado entre janeiro e julho foi de 1,9%, e a taxa dos últimos 12 meses ficou em 2,4%, abaixo dos 2,6% registrados em junho.

Quatro das cinco atividades pesquisadas avançaram no mês: outros serviços, com 0,7%; serviços profissionais, administrativos e complementares, com 0,6%; serviços prestados às famílias, com 0,5%; e transportes, com 0,4%. Informação e comunicação recuou 2,5%.

Texto produzido pela Redação Trilha de Viagem com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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