Poços de Caldas, Segunda-feira, 21 de setembro de 2026
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Caiado volta a defender PEC de Emergência Fiscal e cita medidas 'austeras' para crises
Brasil

Caiado propõe teto de gastos e cortes em emergências fiscais

Presidenciável afirmou que enviará uma PEC ao Congresso Nacional e defendeu cortes em emendas e repasses durante crises.

Ronaldo Caiado (PSD) afirmou que, se for eleito presidente, enviará ao Congresso Nacional uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Emergência Fiscal. A medida, segundo o candidato, deverá estabelecer um teto para os gastos do governo, calculado com base na metade do crescimento do PIB.

Durante sabatina nesta sexta-feira, 4, Caiado defendeu a adoção de medidas que classificou como austeras em situações emergenciais. Entre as propostas, citou o corte integral das emendas impositivas e a redução de 25% nos repasses para todos os Poderes e órgãos independentes.

O candidato também sugeriu criar um sistema baseado em inteligência artificial para indicar possíveis desvios no pagamento de benefícios. Outra ideia apresentada foi fazer uma varredura nas áreas que recebem benefícios fiscais, com o objetivo de identificar usos indevidos.

“Ao fazer isso, o que vai acontecer? Cai pela metade a taxa de juros”, afirmou Caiado.

Política internacional e tecnologia

Questionado sobre política internacional, o presidenciável disse que pretende “resgatar o Itamaraty brasileiro” e classificou o órgão como “apêndice ideológico do governo”.

Caiado afirmou ainda que o país tem matéria-prima, mas continua na fase de “colônia” por comprar tecnologia a preços altos. Para ele, a falta de um presidente da República impediu o país de ganhar relevância econômica no setor tecnológico.

Ao comentar a família Bolsonaro, sem citar nomes, o candidato questionou: “Como é que você vai querer um presidente que fica alimentando esse 8 de janeiro?”

Texto produzido pela Redação Trilha de Viagem com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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